O nome do pai

o filme

O projeto

O Nome do Pai é um telefilme a respeito do sub registro paterno, a ser exibido em breve no CineBrasilTV.

Este site acompanha o pré lançamento e tem por objetivo publicar histórias e informações relevantes sobre o tema. Participe e ajude o Brasil a superar as consequências do sub registro paterno.

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Histórias Veja todas

Alexandre Tadeu Silva de Sá
motorista | 38 anos
minha mãe separou do meu pai quando eu tinha dois anos de idade... MEU pai ficou com minha irmã que foi criada com minha tia(madrinha da minha irmã,no qual ela chama de mãe) algumas vezes eu visitava minha irmã com minha mãe,e meu pai raramente me visitava eu fui crescendo sem saber da fisionomia dele. lembro que de 3 anos pra cá ele vem aparecendo,vai ver pra tentar reconquistar a minha confiança,sem sucesso,hoje eu com 38 anos entendo que a vida vc mesmo faz por onde vc anda e se tiver no lugar certo e tiver ao lado de pessoas que te apoiam vc consegue seus objetivos hoje agradeço muito minha mãe minha tia madrinha e minhas outras tias por ter me ajudado e hoje sinto muito feliz em ter formado uma família que eu amo muito.
Thiago Barbosa
Na época em que minha mãe engravidou do meu pai, ele levou de uma forma natural, mas teve um rejeito em relação a me tratar como filho e, mesmo tendo o registro em papel, parece que houve uma dúvida também, se eu era o filho mesmo. O que eu espero de um pai é, inicialmente, a presença, porque eu fui criado basicamente por mulheres: minha mãe, minha madrinha, as sobrinhas da minha madrinha, que eu considero como tia. Então eu sempre tive a figura da mulher, a figura materna. O registro do pai acho muito importante é melhor do que nada. Mas, além disso, o que realmente vai fazer a diferença é a presença do pai durante a vida. E são esses dois passos. A parte formal é um, digamos assim, um complemento de um procedimento, mas a presença é algo que não dá para se dimensionar. A gente sabe da grandeza.
Felipe S.
Militar | 23 anos
Meu pai até me registrou, porém largou a minha mãe e eu, quando eu tinha 5 anos. Ele fez, exatamente, a mesma coisa com outras mulheres. Graças a Deus, minha mãe, sozinha, me deu a oportunidade de ser alguém na vida e sem a ajuda do meu pai. Hoje em dia ele tenta ter algum contato comigo, mas do que adianta agora? Se quando eu mais precisei dele, o mesmo não estava lá. Eu posso dizer com toda a certeza que pai não é quem dá a vida e sim quem cria.

conte sua história

o que dizem as Estatísticas

VOCÊ ACHA QUE O DO NOME DO PAI FAZ FALTA NO REGISTRO?
Sim
58%
Não
23%
QUAL SERIA A SOLUÇÃO PARA EVITAR QUE A FALTA DO NOME DO PAI NO REGISTRO CIVIL DE MILHÕES DE CRIANÇAS BRASILEIRAS CONTINUE EXISTINDO?
PLANEJAMENTO FAMILIAR
41%
INVERSÃO DO ÔNUS DA PROVA
5%
DNA GRATUITO
17%
ABSTINÊNCIA SEXUAL DE HOMENS E MULHERES
17%
OUTROS
17%

IBGE

Mais de nove milhões de mulheres cuidam dos filhos sozinhas. Deste total, 57% estão na linha de pobreza, com renda diária de até R$ 20.

Gravidez na adolescência

Meio milhão de meninas-mães a cada ano.

Estudo do Unicef indica que índice de gestação no Brasil, entre 10 e 19 anos, é maior do que média na America Latina. Em 2018, 115 mil fluminenses pediram carteira de identidade sem a filiação paterna.

NOTÍCIAS

Estados fazem parcerias para baratear exame de DNA.

Projeto em Alagoas diminui de 20% para 7% o subregistro paterno em dez anos.

Mutirões em escolas, criados por juíza de Maceió, facilitam a inclusão do nome do pai na certidão de nascimento.

No Rio, oito em cada dez menores infratores não têm contato com o pai.

Na Fundação Dom Bosco, de assistência a jovens apreendidos, 80% contam apenas com a assistência da mãe.


O que você precisa saber sobre Registro Civil e os direitos da Mulher e das crianças

Até 1988, apenas crianças nascidas em uma relação conjugal legalizada podiam ser registradas pelo pai.

Regula a investigação de paternidade dos filhos havidos fora do casamento e dá outras providências e é a base para o Programa Pai Legal. Implantado em vários estados pelo Ministério Público, o programa tem como objetivo garantir a cidadania plena da criança ou do adolescente com o reconhecimento de paternidade.

Lei nº 8.560, de 29 de dezembro de 1992

Investigação de paternidade. Caso ainda não definida a paternidade, será deflagrado procedimento específico destinado à sua averiguação, conforme previsto pela Lei no 8.560, de 29 de dezembro de 1992.

Incluído pela Lei nº 12.010, de 2009

Prioridade. § 5o Os registros e certidões necessários à inclusão, a qualquer tempo, do nome do pai no assento de nascimento são isentos de multas, custas e emolumentos, gozando de absoluta prioridade.

Incluído dada pela Lei nº 13.257, de 2016

Gratuidade. § 6o São gratuitas, a qualquer tempo, a averbação requerida do reconhecimento de paternidade no assento de nascimento e a certidão correspondente.

Incluído dada pela Lei nº 13.257, de 2016

Lei 11.804 permite que mulher indique o pai biológico e entre com ação de alimentos.

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